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quarta-feira, 22 de março de 2017

Fazer Excursões ou visitar sem guias




O que é exatamente uma excursão organizada?

Excursões são viagens em grupo cujo preço inclui tudo que um pacote oferece e, além disso, refeições, passeios e toda a programação da viagem, sempre acompanhada por um ou mais guias: todo mundo sai de manhã para um passeio; na hora do almoço, todo mundo é levado para um determinado restaurante; à tarde, todos seguem com o guia para outro passeio etc.




Há que distinguir excursões em  BUS com mais de 8 Pessoas e excursões em VANS até 8 pessoas
Na Celina Tours fazemos excursões em VANS até 8 lugares por serem mais personalizados, horários mais fléxiveis, roteiros mais flexiveis e têm um acompanhamento do guia muito mais proximos de cada turista



As vantagens

Uma excursão pode ser uma excelente escolha para quem não domina o idioma falado no país; não se sente seguro em viajar sem um guia; não gosta de viajar sozinho; gosta de ter tudo organizado de antemão (horários, refeições, passeios, tempo de permanência em cada lugar etc); quer fazer amizades durante a viagem; ou simplesmente gosta de viajar em grupo.



As vantagens da excursão são, além da praticidade e da segurança, o acompanhamento constante por alguém que – presume-se – conhece bem o lugar e saberá levá-lo para onde interessa, além de o preço ser fixo.
Esta é, aliás, uma grande vantagem para quem quer saber exatamente quanto vai gastar, pois a excursão inclui tudo (ou quase) e geralmente pode ser paga em “suaves parcelas mensais”, sem juros ou com juros baixos.
Mais ainda do que no caso dos pacotes, é necessário que você escolha uma operadora confiável, de preferência recomendada por pessoas que já utilizaram seus serviços, e solicite a especificação de tudo o que está incluído e do que deverá ser pago à parte.



Dicas importantes


Exija um contrato detalhado que garanta, por escrito, a prestação de todos os serviços prometidos verbalmente. Guarde até o anúncio; assim, se eles não cumprirem o que prometeram, você terá como reclamar.

Fique atento para certos city tours e outros passeios oferecidos pelas excursões que, no lugar de privilegiar as verdadeiras atrações do lugar, têm a finalidade de levar você para fazer compras ou ir a um restaurante que paga comissão para o guia… Infelizmente, isso é comum em todo o planeta!

Quando se trata de comprar produtos típicos do lugar ou artesanato, nunca compre em lojas às quais o guia te leve. Além de pagar mais caro, você estará prejudicando seriamente as pessoas que elaboraram aqueles produtos.

Compre diretamente deles, não aceite intermediários!






Por essa razão a Celina Tours fez acordos com várias empresas dando mais valias aos seus turistas desde que façam pelo menos um Tours com a Celina Tours
Após os tours ou nos dias que tenham livres, podem-se deslocar a estas lojas ou restaurantes e fazerem as suas compras e terem descontdos de 10% ou 20%

Consulte aqui as lojas com acordos >>>



E por quais motivos evitar uma excursão?


Excursões não servem para quem:

– não quer saber de convivência social forçada (inevitável ao tomar café da manhã, passear, almoçar, passear de novo e jantar todo dia com as mesmas pessoas);

– quer ter liberdade para definir seu roteiro, horários, tempo de permanência em cada lugar, refeições etc; ou

– tem “alergia” a ter que seguir um guia!



Fonte : http://manualdoturista.com.br


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terça-feira, 21 de março de 2017

As Grutas de Sintra!


Uma verdadeira cidade subterrânea, formada por túneis e grandes galerias, a partir do Castelo da Pena e construídos pelos Mouros e pelos Templários há cerca de oito séculos, faz com que a Serra de Sintra se pareça mais com um enorme queijo “Gruyère” do que com uma montanha a quem já Ptolomeu apelidava de Montanha da Lua, nome aliás repetido por Camões quando a ela se refere, em verso, nos “Lusíadas”.

Em tempos ainda mais remotos Festo Avieno chamou-lhe Ofiusa, palavra de origem grega significando “terra da serpente”. Serpentes seriam, segundo vários autores mais dados à História superficial, os ídolos das tribos indígenas mas não se pode olvidar o facto de os Iniciados em determinada Via do Conhecimento serem conhecidos por idêntico nome.


Por seu lado o cruzado Osborne, um dos voluntários estrangeiros na conquista de Lisboa aos Mouros por D. Afonso Henriques referiu, nas suas crónicas, que se tratava de uma região tão
enigmática ao ponto das éguas ficarem prenhas apenas devido ao vento…

A existência dos túneis da Serra da Lua, existência esta igualmente garantida por documentos antigos, só que de impossível demonstração pois essas galerias encontram-se obstruídas, nas suas entradas, por grandes porções de terra e entulho de vária ordem, embora notando-se perfeitamente os vários tipos de acesso.

Castelo dos Mouros é a entrada para um dos subterrâneos da Serra Sagrada de Sintra, junto das entradas de diversos túneis, parte deles escavados nas rochas têm subterrâneos. Um deles vai ligar ao Convento dos Capuchos, que fica a oito quilómetros daqui, e um outro desemboca perto da povoação de Rio de Mouro, mesmo junto ao ribeiro que passa naquela povoação.
Outras galerias, afirmam texto vetustos, descem pelo interior da montanha até ao Palácio da Vila, edificação mais moderna mas não menos enigmática em certos aspectos da sua  arquitectura, para já não falar no Palácio da Pena, mandado edificar por D. Fernando II, verdadeira jóia de simbologia oculta, igualmente provida de longos subterrâneos que ninguém sabe onde levam…

Fonte: http://www.vortexmag.net
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quinta-feira, 16 de março de 2017

Em que bairro ficar hospedado em Paris



Escolher onde ficar em Paris não é tarefa fácil, pois hospedagem na cidade é um quesito caro e, na maioria das vezes, verdade seja dita, o preço cobrado não faz jus ao que é oferecido.

Conte em pagar algo entre 100 e 150 euros de diária em hotéis sem nada de especial e que sequer oferecem café da manhã – sim, isso é comum por lá!

Se você nunca esteve na cidade, quando começar a procurar onde se hospedar em Paris, pode ficar na dúvida de quais seriam os piores e melhores bairros, o que é super normal, ou, ainda, de saber onde ele de fato está localizado apenas olhando o endereço do hotel.

Relaxe! Pode parecer um bicho de sete cabeças, mas na verdade é bem fácil resolver isso com um simples truque e algumas dicas. Vamos a elas.

Onde ficar em Paris

Para começo de conversa, é preciso entender a geografia da cidade. Paris é dividida em 20 distritos em formato de espiral, que eles chamam de arrondissements e que são numerados de 1 a 20. A lógica é a seguinte: quanto menor for o número dele, mais perto do centro ele é – e uma dica para você se localizar é que o Museu do Louvre, por exemplo, fica no arrondissements 1, ou seja, é o centro de Paris.

Dê uma olhada neste mapa abaixo para entender o formato de espiral que falei e a numeração dos arrondissements:



Uma segunda coisa que deve ser levada em conta ainda no assunto geografia é em qual lado da margem do rio Sena o hotel pretendido fica, pois na margem direita (rive droite) as coisas em geral são mais caras, visto que é, digamos, uma área mais chique; mas isso não significa que a margem esquerda (rive gauche) seja ruim, muito pelo contrário.

A partir dessas informações, vem a primeira dica que posso te dar: hospede-se num arrondissement mais baixo, especialmente se for a sua primeira viagem para Paris. Eu diria que escolher um hotel que fique entre o 1º e o 8º arrondissement (talvez pulando apenas o 2º, explico depois o motivo), pois nessas regiões você conseguirá visitar a pé a maioria das atrações turísticas de Paris.

Como saber em qual bairro o hotel fica?
Bom, você já sabe que sabe que a cidade é dividida em 20 regiões, mas deve agora estar se perguntando como saber em qual deles o hotel pretendido está, certo?!

Existe um truque super simples para resolver esse “problema” e não escolher um lugar pensando que é outro: basta ver o número do CEP no endereço do hotel!

Todos os CEPs de Paris começam por 750 + o número do bairro, ou seja, se é 75001 é porque o hotel está localizado no 1º arrondissement, se é 75012 está no 12º e assim até o 20º. Simples, não?! Assim fica fácil saber onde ficar em Paris!

Placa da Rue Monsieur Le Prince em Paris, com a indicação do bairro: aqui é o 6º arr. (CEP 75006)

Em nossa passagem mais recente pela cidade nos hospedamos no hotel Villa des Princes e o endereço dele é: 19 Rue Monsieur le Prince, 6º arr., 75006 Paris, França. Qual o bairro? Sim, o 6º (Saint Germain). Aliás, recomendo muito este hotel: moderninho, pequeno e super bem localizado, um ótimo custo x benefício.

Quais os melhores bairros de Paris para se hospedar?
Isso é super pessoal, claro! Eu gosto muito do 5º e 6º arrondissements, que compreendem o Quartier Latin e Saint German des Prés, mas também adoro 4º arrondissement, onde fica Le Marais… pensando bem, existem muitas regiões ótimas, é até difícil escolher e o que muitas vezes acaba ditando a escolha final do hotel é o preço.

Como eu disse lá no começo do post, a grosso modo, eu indicaria ficar hospedado entre o 1º e 8º arrondissements, mas claro que isso não é rígido, pois, por exemplo, na região da Bastilha, que está entre o 11º e 12º, também pode ser uma boa opção e eu mesma já fiquei lá mais de uma vez e gostei bastante.

Vamos então ao bairro a bairro, pra você ter uma ideia melhor:

– 1º arrondissement (75001)

Como eu já disse, é o centro geográfico de Paris. Fica na margem direita (rive droit) do rio Sena e, estando ali, você poderá visitar a pé lugares como o Louvre, Jardin des Tuileries, museu Orangerie, Place de la Concorde, a super elegante Place Vendôme, Pont des Art, Palais Royal, as rue de Rivoli e rue Saint Honoré e até mesmo caminhar pela Avenida Champs-Élysées até o Arco do Triunfo, ainda que ele faça parte de outro bairro.

Louvre

– 3º Arrondissement (75003)

É aqui que fica o Marais, bairro cool e gayfriendly de Paris, cheio de boutiques, ótimos restaurantes e bares da moda, além de uma vida noturna bem animada. Entre as atrações que poderá ter na vizinhança estão o museu Picasso e o museu Carnavalet, e, se gosta de fallafels, não deixe de comer um na rue des Rosiers.

Por que pulei o 2 arrondissement? É uma região segura e até muito bem localizada, mas o seu foco é mais bussiness, não tendo tanto interesse turístico.

Rue des Rosiers

– 4º arrondissement (75004)

Parte do Marais fica nesta região (sim, alguns bairros de Paris se espalham por 2 distritos diferentes) e é provavelmente uma das partes mais charmosas da cidade. Aqui você poderá visitar, caminhando, o fantástico Centre Georges Pompidou, a Place des Vosges (tida com a mais bonita da Europa), o Hôtel de Ville (não se trata de um hotel, mas da prefeitura de Paris, majestosa), a Catedral de Notre-Dame, a Saint Chapelle…

Place des Vosges

– 5º Arrondissement (75005)

Região que está na margem esquerda (rive gauche) do Sena e onde fica o Quartier Latin, bairro estudantil, cheio de livrarias fantásticas e onde está localizada a Sorbonne. Para visitar você tem o Panteão, o museu Cluny, Jardin des Plantes, Saint-Michel… Além disso, é um bairro super boêmio e cheio de ótimos restaurantes com preços super acessíveis.

Quartier Latin

– 6º arrondissement (75006)

Esta é a charmosa área de St. Germain des Prés, que já foi o ponto de encontro de intelectuais e boêmios. Ela foi toda revitalizada e tem muitos restaurantes, boutiques, galerias e alguns dos cafés mais famosos de Paris, como o Les Deux Magots, Café de Flore e Le Procope.

Como disse, ficamos hospedados aqui em nossa última viagem e amei! Passear pelo Boulevard St. Germain é imperdível, além disso, ainda tem o Jardim de Luxemburgo, as igrejas Saint Sulpice e Saint Germain des Prés, a mais antiga de Paris.

Igreja Saint Germain des Prés

– 7º arrondissement (75007)

É aqui que fica a atração mais famosa de Paris, quiça do mundo, a Torre Eiffel. Por essa razão é fácil prever que a hospedagem neste distrito pode ser bem cara. Outros lugares legais de visitar nessa região são o museu Rodin, Les Invalides (onde está o túmulo de Napoleão), o museu D’Orsay, a Assembleia Nacional Francesa e, ainda, o museu du Quai Branly.

Torre Eiffel

– 8º arrondissement (75008)

Para quem quer bater perna pela charmosa Champs-Elysées, eis a sua região na cidade. Aqui o que não vai faltar são lojas renomadas e elegantes, restaurantes badalados e muita gente. Para “turistar”, você terá o Arco do Triunfo (dá para subir nele) o Grand Palais, o Petit Palais, o Palais de l'Élysée (onde o presidente francês mora), a igreja da Madeleine, Parc Monceau e a Ponte Alexandre III.

Palais de l'Élysée

Onde ficar em Paris: Quais os piores bairros para se hospedar?
Verdade seja dita que não existe um bairro realmente “pior”, mas… menos recomendados, digamos assim.

Por exemplo, Montmartre (18º arrondissement) é um bairro super turístico e gracinha, mas para ficar hospedado lá eu não sei se seria a melhor opção, pois ele fica distante de todas as demais atrações e nem sempre o transporte vai chegar até o seu hotel, o que te obrigará a muitas caminhadas, por vezes em ladeiras.

Escadas em Montmartre 

Por outro lado, é um bairro de vida noturna, cheio de sex shops e alguns pontos de prostituição, o que o torna um pouco vulnerável, então se você está em família, pode não ser uma boa opção, mas já se você está a fim de cair na farra toda noite…

Observe se o seu hotel fica perto das chamadas “Portas de Paris“, como a Porte de Clichy, Porte de la Villette, Porte de Montmartre… Elas ficam em regiões limítrofes da cidade, portanto, mais afastadas do centro e menos interessantes. E, a não ser que seja uma questão de extrema necessidade de economizar, não fique fora dos limites da cidade, não apenas pela distância, mas porque eventualmente poderá parar em lugares nada interessantes.

Resumo de onde se hospedar em Paris:
1. Se for a primeira vez na cidade, escolha um lugar entre 1º e 8º arrondissement;

2. Veja se há uma estação de metrô perto do hotel/hostel (quase com certeza sim, pois a cidade é bem servida nesse quesito);

3. Observe o cep do hotel para saber exatamente em qual arrondissement ele fica;

4. Uma vez as opções de hotéis selecionadas, leia críticas sobre eles, mas não as leve 100% a sério, pois o que é bom ou ruim para uns, pode não ser para você;

5. Se estiver indo para a cidade pela segunda ou terceira vez, ouse ficar num bairro menos turístico e mais residencial, assim poderá curtir um pouco o dia-a-dia de quem mora lá.


Fonte: Blog Turista Profissional
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quarta-feira, 8 de março de 2017

Conheça os Bairros de Lisboa



Conheça os Bairros de Lisboa

A essência de Lisboa vive-se nos seus bairros. Que bairros de Lisboa visitar? Regra geral, há que conhecer os bairros e zonas do centro histórico, onde se concentra a maioria dos pontos de interesse do Concelho de Lisboa, os seus miradouros, restaurantes típicos (como as Casas de Fado) e monumentos.

Alfama
Um dos bairros mais famosos de Lisboa, o bairro histórico de Alfama, em tempos o lar de grande parte dos pescadores, é ainda hoje em dia habitado por famílias portuguesas (e alguns expatriados) que continuam a habitar a zona com uma tradição secular. O bairro é vizinho da Mouraria, da Graça e de S. Vicente, sendo considerado o berço do Fado. Aqui há muitos restaurantes e tascas. Perca-se nas estreitas ruas labirínticas de Alfama e descubra um dos bairros mais encantadores de Lisboa.

Graça
O bairro da Graça fica próximo de Alfama e S. Vicente, numa das colinas de Lisboa. Provavelmente pela sua localização, é como se fosse uma pequena aldeia, independente do resto da cidade. É um bairro repleto de cafés e pastelarias, restaurantes, bares e miradouros com vistas fenomenais (Graça e Senhora do Monte). Daqui também pode descer (pelo Jardim da Graça) até à Costa do Castelo e seguir para Castelo de S. Jorge.
 

S. Vicente
São Vicente é um dos santos padroeiros de Lisboa e é neste bairro histórico, vizinho da Graça e de Alfama, que encontramos dois monumentos colossais de Lisboa: o Panteão Nacional e a Igreja de S. Vicente de Fora. É também aqui, no Campo de Santa Clara, que tem lugar a famosa Feira da Ladra todas as terças-feiras e Sábados.

Mouraria
Vizinho do Castelo, é um dos bairros históricos com maior tradição e história. A Mouraria ganhou o nome devido a D. Afonso Henriques: após conquistar Lisboa, deixou uma zona da cidade para os muçulmanos. Aqui surgiram as fundações do estilo Manuelino e é um dos “bairros do Fado” (foi onde nasceu Mariza e Fernando Maurício, o “Rei do Fado da Mouraria”). É provavelmente o bairro onde há o maior encontro entre várias culturas e ainda uma preservação de antigas tradições populares. Felizmente, tem vindo a haver maior interesse e investimento na Mouraria.

Baixa Pombalina
O “coração do coração de Lisboa”, a Baixa é toda a zona entre a Praça do Comércio e o Rossio, ladeada pela colina do Carmo/Chiado e pela da Mouraria/Castelo. É parte da zona comercial de Lisboa por excelência (tal como o Chiado e Avenida) e, entre muitas outras atracções, aqui encontrará ainda o Museu do Design e da Moda e o Elevador de Santa Justa.


Chiado e Carmo
Já numa colina, vindo da Baixa na direcção do Bairro Alto e/ou Príncipe Real, encontramos o Chiado, a zona mais chic do centro, a par do Príncipe Real). Além das lojas tradicionais da zona, encontrará espaços modernos. Cafés como A Brasileira, a gelataria Santini, lojas e restaurantes, tal como o centro comercial Armazéns de Chiado, animam os transeuntes do bairro. Mesmo ao lado há o Largo do Carmo, palco da Revolução de 25 de Abril e onde está o Convento do Carmo. Ali há também mais uma vista espectacular para Lisboa e rio Tejo.

Conheça os bairros no nosso City Tour Lisboa Ver aqui >>>

Bairro Alto e Bica (Santa Catarina)
A zona do Bairro Alto e arredores, incluindo aqui a Rua da Bica e periferia (Santa Catarina) é o destino nocturno por excelência de portugueses e estrangeiros (não costuma estar tão calminho como na foto). Bares, bares e mais bares, discotecas e restaurantes, há opções para tudo. E no meio de toda a folia, encontramos um dos bairros mais antigos e típicos da Lisboa. Nota: se não gosta de multidões e muito ruído, sugerimos não alojar-se nesta zona!

Príncipe Real
O vizinho chic do Bairro Alto chama-se Príncipe Real e é um bairro mais pacato (excepto à noite) onde há bastante comércio, sobretudo o espaço Embaixada, o jardim com um simpático café-quiosque (onde se realiza um mercado biológico nas manhãs de Sábado), outros cafés e restaurantes. Aqui perto encontrará ainda a bonita Praça das Flores.

Estrela (e Campo de Ourique)
A Estrela é uma freguesia de Lisboa que engloba as antigas freguesias da Lapa, Santos-o-Velho e Prazeres. Será provavelmente mais conhecida pela Basílica da Estrela, e pelo Jardim vizinho. A melhor forma de chegar aqui é com o eléctrico 28. É uma zona mais residencial mas muito agradável para passear, sobretudo tendo ao lado um bairro que cada vez tem maior popularidade, Campo de Ourique. Aqui encontrará o Mercado de Campo de Ourique, e uma panóplia de tapas e petiscos, cafés, pastelarias e restaurantes.


Belém
Num dos extremos de Lisboa encontra-se a zona de Belém. É uma zona de visita obrigatória. Aqui estão muitíssimas atracções: mesmo que queira visitar um terço delas, precisará mais do que um dia! Os melhores exemplos são a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém e os famosos Pastéis de Belém (agora até ia um…).

Parque das Nações
O Parque das Nações é, comparativamente ao resto da cidade, bastante mais moderna. Foi completamente remodelada a propósito da Expo ’98, razão pela qual muita gente ainda chama à zona simplesmente “a Expo”. Como herança do evento cultural mencionado, e além de agora ser uma zona também residencial (há hospitais, centro comercial Vasco da Gama, restaurantes e outro comércio), aqui encontram-se atracções como o Pavilhão Atlântico (principalmente dedicado a espectáculos), o Pavilhão do Conhecimento (espaço para feiras internacionais e congressos), o famoso Teleférico e o Oceanário de Lisboa.


Fonte: http://lisboando.pt
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Queijo da Serra da Estrela




Séculos de tradição e segredos passados de pais para filhos geraram um dos melhores queijos de Portugal: o queijo da Serra da Estrela.

Queijo Serra da Estrela remonta ao séc. XII é o mais antigo dos queijos Português e dos mais afamados de todo o Mundo. Esteve presente nas mesas reais e foi mesmo evocado por Gil Vicente no séc. XVI.

 


A Serra da Estrela serve de pasto às ovelhas das raças “Serra da Estrela” ou “Churra Mondegueira”, que são consideradas como as de melhor aptidão leiteira. Para que o queijo atinja a qualidade desejada deve ser feito sempre da mesma ordenha. Actualmente, o fabrico do queijo e seu ritual são feitos de forma tradicional, como há centenas de anos. Os pastores saem com o rebanho de manhã e regressam ao fim da tarde.



Mulheres e filhas fazem o queijo de acordo com as técnicas que as suas antecessoras lhes legaram. O pastor deve escolher cuidadosamente o pasto das suas ovelhas, pois certas ervas dão mau gosto ao leite.



Todos os dias o pastor ordenha as ovelhas ao cair da noite, após o que a sua mulher prepara o leite para fazer o queijo. DOP, vulgarmente chamado Queijo da Serra, é um queijo curado, com pasta semimole, amanteigada de cor branca ou amarelada. É feito a partir de leite de ovelha, na região da Serra da Estrela.



Celorico da Beira é o cartão-de-visita do verdadeiro Queijo Serra da Estrela adequando as condições naturais privilegiadas do Rio Mondego, assim conhecida com titulo “Capital do Queijo da Serra da Estrela”. O queijo da serra foi nomeado uma das 7 Maravilhas da Gastronomia de Portugal em 2011.

Fonte : http://www.ruralea.com/


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